Quarta-feira, 15h12. Toca o telefone na redação. A repórter atende. O cara começa a falar:
“Eu sou empresário de… hmmm… de uma… uma, bem… uma garota, e ela, bom, ela era a Mulher Maçã. Só que aí a gente teve um probleminha judicial (n.do e.: já existe uma Mulher Maçã) e ela teve que virar
uva. Agora é a Mulher Uva.”
“E ela teve que virar uva.”
Isso aqui, ôô.
Mas eu gosto mesmo é da Mulher Acerola. Vê aí:
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