Se essa moda pega eu quero ver como fica. Pois vejam que a sobrinha da Gretchen, me disseram os jornais há algum tempo, é virgem. Ginelocogicamente falando, que fique claro. Ela deu pra artista, mas se manteve casta. Aí, eis que ela cede ao assédio de uma produtora de cinema pra fazer um filme de sacanagem.
“Putaria sim, mas com dignidade e respeito”, deve ter pensado Carol Miranda. E fez constar em contrato que vai fazer o filme, mas vai continuar com o selo lá. A fita chamar-se-á Fiz Pornô E Continuo Virgem. Isso quer dizer isso mesmo. Negócio de tocar o lado b. Como diz um amigo meu que é muito inteligente e curte estudar filosofia: sen-sa-cio-nal.
Há quem defenda que Carol deve se tornar um exemplo. Tanto de preservação da pureza quanto de disposição para, digamos, prática da somodia e das diversas possibilidades do amor carnal. Para os homens, um ideal de mulher. Para as mulheres, uma piranha sem vergonha. Não importa. Carol faz o que quer e ainda assina contrato para isso.
O que me preocupa é se isso virar moda. Mentira, isso não me preocupa, porque eu quero mesmo é que o mar pegue fogo pra pescar a sardinha frita. Mas os produtores deviam prestar mais atenção em chances de mercado por aí. Como esta aqui. Imagina isso?
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