Esqueçam que Rodrigo Santoro foi enterrado vivo em Lost, no que para muitos foi uma prova de que nós não vamos nunca muito além de onde estamos. O melhor do Brasil é o brasileiro, rapeize. E mesmo que nós continuemos desmatando a Amazônia e contribuindo pro aquecimento global, alguns de nós chegam longe.
Romário foi campeão mundial. Zico e Pelé também. Guga foi o número 1 do mundo. Senna, Piquet e Fitipaldi idem. Mas nenhum de nós chegou tão distante. Os balões levaram nosso Adelir querido aonde nenhum brasileiro jamais esteve. Antes que consigamos uma medalha de ouro no futebol olímpico, é possível que tragamos o caneco de 2008 do Darwin Awards, gente fina!
O Darwin Awards, explicou-me no passado um amigo médico, tem como meta premiar as mortes mais estúpidas da temporada - sempre causadas pela imperícia do morto (enquanto ainda estava vivo, lógico). O conceito: se matando de forma burra (não se suicidando), o sujeito aprimorava a espécie, já que eliminava do planeta Terra o seu código genético, impedindo a perpetuação de seu DNA. É a seleção natural, enfim.

Pois então chegamos ao nosso Adelir, agora batizado The Balloon Priest. Ele concorre ao troféu este ano, pessoal. E tem grandes chances de ganhar, o que é melhor.
Então, todos juntos vamos: vote aqui no Adelir.
Pra frente, Brasil, Brasil. Salve o Padre do balão!
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