
A Terra e a Lua, vistas de Marte
Estaremos mesmo sozinhos no vasto vasto universo? Eu nunca acreditei nisso, e agora que até o Vaticano reconhece a existência de nossos irmãos extraterrestres, mais do que nunca a verdade está lá fora. É só escolher a sua. Uma vez, o comandante de um vôo noturno da ponte aérea convidou todos os passageiros a observarem um objeto voador não identificado (OVNI, em português) à esquerda da aeronave. Meu pai, que vinha de São Paulo no vôo, lembra da luzinha que acompanhou o avião até perto da hora do pouso antes de vazar pelo espaço sideral como em Contatos Imediatos. Na velocidade da luz, provavelmente.
Não, meu pai não bebe, embora sua experiência com o disco voador tenha acontecido nos anos 70, o que, por si só, já põe em risco a credibilidade da história. Que não é nada perto dessa aqui, passada na mesma década e contada por um amigo gaúcho.
(Atenção! Se você é impressionável, abandone este post agora.)
Visão de Phobos, uma das duas luas marcianas
Diz que lá em Porto Alegre um funcionário do Banco do Brasil decidiu viajar de carro com a família nas férias. Traçou o itinerário e calculou que, se deixasse a capital gaúcha pela manhã, no dia seguinte estaria em Montevidéu, no Uruguai. Enfiou malas, mulher e os dois filhos no carro e partiu. Era noite quando eles cruzaram a fronteira. Pouco depois, toda a família foi acometida por uma repentina sonolência. De comum acordo, acharam por bem parar num acostamento e descansar antes de prosseguirem.
Dormiram profundamente e acordaram com o sol em seus rostos, já na manhã seguinte. Voltaram a rodar, embora nosso herói, que conhecia bem o caminho, estivesse estranhando a geografia local. Quando avistou um homem na estrada, decidiu perguntar, em espanhol:
- Ainda falta muito para chegar à capital?
Em espanhol, o sujeito respondeu:
- Uns 400 quilômetros. Mas o caminho é para lá - disse, apontando para o lado de onde a família vinha.
- Como para lá? Eu vim de lá. Lá é o Brasil.
- Brasil?! Para onde você quer ir mesmo?
- Para a capital, Montevidéu.
- Amigo, tem alguma coisa errada. A Ciudad de México fica para lá.
(entra a música-tema do Além da Imaginação)
A sonda Fênix toca o solo de Marte
Depois de certificar-se que o homem não estava tirando onda com a sua cara, o funcionário do Banco do Brasil parou num posto de gasolina com a família, onde pôde confirmar: dormiu no Uruguai e acordou no México. Em pânico, sem passaporte, sem entender nada do que estava acontecendo, tentou ligar, de um telefone público, para o Brasil, e depois para a Embaixada do México. Informou sua localização e aguardou que os resgatassem daquele pesadelo.
Algum tempo depois, alguns homens apareceram no posto de gasolina. Disseram ser agentes do governo americano e começaram a inspecionar o carro minuciosamente. Encontraram quatro furos simétricos no teto do carro, como se ele tivesse sido içado. Então, viraram-se para os brasileiros e disseram:
- Aqui estão seus passaportes e passagens de volta para o Brasil. Mas o carro terá que ficar conosco.
O funcionário quis saber o que estava acontecendo:
- O carro é meu, exijo uma explicação.
O americano agiu como nos filmes.
- Ou você aceita nossa oferta ou vai ser preso no México como imigrante ilegal.
O planeta realmente é vermelho
A família voltou de avião para casa e a história virou lenda em Porto Alegre. It’s all true, acredite se quiser. As fotos de Marte que ilustram o post também são verdadeiras, se você acredita que o homem foi mesmo à Lua. Foram feitas pela sonda Fênix, que pousou por lá há um mês, e outros funcionários robóticos da Nasa. Maior viagem. (fontes: O Velho e Boston Globe).



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