Vejo, estarrecido, notícias sobre a marcha pela família (ou sejá lá que nome que ela tenha ganho). Menos pela família em si que pela sensação de despropósito total. Disseram que iam fazer uma marcha pela maconha - depois proibida - e lá foram as pessoas de bem protestar contra o cigarro do capeta.
Claro que todos têm o direito de expressar suas convicções (inclusive os defensores da brenfa, coisa que foi negada). Mas o que realmente causou espécie foi a adesão de partidários do Movimento Integralista (!!!). “Maconha não! Anauê!!!”, deviam ser as palavras de ordem. Mais bizarro ue o Valdivia de cabeça raspada.
Ainda mais estupefato fiquei quando vi atletas do Clube de Regatas Vasco da Gama, o Gigante da Colina, no meio da passeata! Como assim? Domingo não é dia de atleta caminhar pela rua. Imagino os cruzmaltinos. “Maconha é a droga da virada. Maconha é a droga do amooooor”.
Se bem que isso é coisas de quem toma ectasy, né? Ouvi dizer que esses pessoal tomam esse treco e saem se agarrando por aí. A Andrea deve ter posto uma parada dessas na água com gás do Ronaldo Fenômeno - isso explicaria tudo muito mais que qualquer entrevista para o Fantástico. Coisa de quem não tinha mesmo o que fazer.
Porque quem tinha estava no Maracanã. E aí deu no que deu.

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